Uma história de Intervalos e de Lugares

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e de Lugares

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Pintura vertical abstrata '[O Intervalo]' exibida num cavalete. Numa paleta de tons pastel, o verde funde-se com o azul-celeste e áreas cinzentas. Uma linha vertical divide a tela ao meio. À esquerda deste eixo, destacam-se formas onduladas verdes e douradas; à direita, um arco verde e um bloco laranja. Na base, retângulos com faixas verdes e amarelas texturadas.
Pintura abstrata '[Arquétipo]'. Sobre um fundo em blocos de azul, dourado e vermelho, destacam-se estruturas em azul-claro: um perfil de rosto à direita e uma forma semelhante a uma mão à esquerda. Estas ligam-se por linhas esquemáticas a uma base formada por cinco figuras retangulares unidas num só corpo, pintadas em tons de laranja, amarelo e vermelho, cada uma com um rosto estilizado.
Pintura abstrata '[Revelação]'. Sobre um fundo amarelo muito vibrante e texturado, ergue-se uma forma central sustentada por uma base escura e uma haste laranja com manchas brancas. O topo da forma é um aglomerado denso e expressivo de núcleos de cor em azul-escuro, vermelho, verde e branco.
Quadro A Cidade como Corpo 60x60cm. Obra de arte mista que funde arquitetura e anatomia humana, representando a cidade como um organismo vivo em fundo ocre e texturado.
Pintura abstrata vertical '[Outra Ordem]'. Ao centro, um eixo escuro vertical é pontilhado por pequenos círculos azuis e brancos semelhantes a olhos. Ao seu redor, uma explosão de blocos retangulares desalinhados em cores vibrantes como vermelho, amarelo, verde e azul-claro preenche a tela de forma caótica.
Pintura horizontal 'Território de Intensidades'. O lado esquerdo é dominado por vermelho vibrante e líquido com linhas verdes verticais. O lado direito é amarelo, coberto por um padrão de círculos concêntricos vermelhos e verdes que lembram olhos ou células. Ao centro, um desenho esquemático de uma cabeça de perfil com pequenas janelas quadradas une as duas áreas.
Pintura abstrata sobre um fundo escuro e texturado, em tons de verde e cinzento. A composição lembra um diagrama ou mapa esquemático, formado por linhas finas e formas geométricas — quadrados, círculos e traços — desenhadas em cores vibrantes como rosa choque, amarelo, azul-claro e branco. Destacam-se quadrados vermelhos contendo círculos concêntricos e uma forma em 'V' no canto superior esquerdo com um círculo vermelho no topo, como um pequeno sol.
Colagem vertical '[Fragmentação]' sobre fundo azul-celeste. À esquerda, uma lanterna preta assenta sobre um coração vermelho. Ao centro, um grande rosto masculino a preto e branco fita o espectador, rodeado por padrões de olhos e fragmentos coloridos. Abaixo, um corpo deita-se de bruços sobre a secção de um carro que exibe a matrícula 'FUCK CATHARSIS'.
Pintura vertical de técnica mista e colagem. Sobre um fundo verde-oliva lúgubre e texturado, erguem-se formas arquitetónicas e geométricas fragmentadas que sugerem ruínas modernas em colapso. A composição é dominada por blocos de amarelo vibrante, turquesa e vermelho que parecem desmoronar-se, interligados por linhas pretas nervosas e sobreposições de papel. À direita, destaca-se uma estrutura retangular com contornos cor de fogo, enquanto na base surgem retalhos de cor e grafismos que evocam uma identidade cultural desfeita. A obra funciona como um espelho crítico e melancólico, transformando a ideia de uma 'selfie' ocidental num grito visual de desorientação e fragmentação ontológica.
Pintura vertical 'A Morada do Espírito Coletivo'. Um grupo de edifícios estilizados e coloridos (vermelho, amarelo, branco, cinza) inclina-se conjuntamente sob um céu azul e laranja. Na base de relva verde vibrante, uma linha castanha desenha uma espiral gestual.
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo azul-acinzentado texturado que evoca a eternidade. A composição é um intrincado sistema de sincronicidade, onde dezenas de formas geométricas coloridas — retângulos, círculos e cruzes em tons de vermelho, amarelo, azul e verde — povoam a tela, interligadas por uma rede de linhas finas pretas. No centro, uma faixa horizontal vibrante composta por linhas amarelas, rosas e lilases atravessa a obra, intersectada por um retângulo azul-claro luminoso que contém um grafismo linear negro e sinuoso. A obra funciona como um mapa de energias e conexões, onde a aparente dispersão das formas se revela como um élan vital e uma necessidade interior de união e pertença.
Pintura de técnica mista '[Acontecimento]' sobre fundo cinza intensamente texturado e desgastado. Ao centro, destaca-se uma forma vertical vermelha vibrante ladeada por uma espiral negra tridimensional. À esquerda, formas geométricas coloridas lembram um barco estilizado. À direita, um grande arco preto cobre elementos abstratos em azul, dourado e pétalas brancas.
Pintura expressionista em técnica mista sobre papel artesanal. Uma massa vermelha bruta forma a base de onde se erguem estruturas pretas totémicas com janelas azuis profundas. Linhas pretas sinuosas brotam para cima com terminações florais amarelas. No canto superior esquerdo, voa um abstrato de uma ave.
Pintura quadrada abstrata de técnica mista. Campos texturados de rosa-pálido na base e cinza desgastado acima, divididos por uma linha vermelha horizontal áspera. No campo cinza superior, erguem-se estruturas arquitetónicas simbólicas turquesa e coral com uma grelha de pequenos quadrados escuros. Acima, traços pretos formam um arco esquemático. No canto superior direito do campo cinza, brilha um único ponto dourado metálico.
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo castanho escuro e terroso que evoca um solo de intimidade. No centro da composição, ergue-se uma grande forma triangular e luminosa em tons de bege e amarelo pálido, assemelhando-se a um abraço cósmico ou a uma tenda espiritual. Esta forma central é flanqueada por figuras orgânicas e totémicas em tons de verde-musgo, ocre e terracota, que sugerem corpos e rostos em processo de fusão. Linhas esquemáticas pretas desenham mãos e braços que se entrelaçam no eixo central, enquanto pequenos símbolos estelares pontuam o fundo escuro. A obra captura o instante vibrante de um encontro profundo, onde a individualidade se dissolve numa unidade sagrada sem perder a sua essência singular.
Pintura vertical de técnica mista e colagem '', sobre um fundo azul pálido texturizado que transita para cinza e ocre na base. Uma figura esquemática vertical domina o centro. A cabeça é formada por um grande círculo amarelo pálido texturizado; dentro, metade de um rosto humano fotográfico em preto e branco está colado à esquerda, enquanto o lado direito é completado por linhas pretas esquemáticas, pontos e marcas abstratas, com faixas de tecido ocre texturizado cruzando a parte inferior. Abaixo, a estrutura do corpo é composta por linhas pretas esquemáticas com colagens de formas abstratas em vermelho, turquesa, tecido ocre cru e papel texturizado cinza. Na base da composição, há texto desenhado e colagens de texto com as palavras 'Um Meio' e o ponto de suspensão '...' proeminente. As pernas terminam em colagens de tecido texturizado que formam sapatos.
Pintura abstrata 'Verão Psiquiátrico' sobre fundo cor de ferrugem. Ao centro, uma forma oval dividida verticalmente em rosa e amarelo com costuras pretas, de onde sai uma haste com pontas brancas. Ao redor, flutuam um triângulo azul, grelhas retangulares e linhas de conexão esquemáticas.
Pintura vertical de técnica mista e colagem sobre tela, intitulada. O fundo é de um bege pálido e texturado, marcado por manchas amareladas e salpicos que evocam o desgaste do tempo e a estratificação arqueológica. No centro, ergue-se uma forma simbólica e totémica, composta por recortes de papel e traços de tinta cinzenta e avermelhada. No topo, um grande círculo irregular é dividido por uma linha vertical, assemelhando-se a uma cabeça ou um glifo primitivo. Abaixo, formas horizontais esquemáticas sugerem braços ou costelas fragmentadas. A obra manifesta-se como uma escavação da identidade, onde a figura humana é reduzida a um rastro essencial, uma ruína viva que se afirma através das suas próprias camadas e marcas de existência.
Assemblagem vertical em técnica de colagem. Sobre um fundo central amarelo rasgado e preenchido por pequenos quadrados pretos, destaca-se um recorte fotográfico a preto e branco de duas mãos enrugadas entrelaçadas num gesto expressivo. Acima das mãos, um papel branco rasgado exibe o número parcial ''19' a negro. Na base, uma faixa branca exibe a inscrição '17-27.10'. A secção superior da obra é composta por retalhos geométricos e texturados em tons de magenta, ciano, verde e laranja, formando camadas estratificadas de papel.
Pintura de técnica mista e colagem sobre tela. O fundo texturado divide-se entre azul-claro na metade superior e verde-oliva na base. Erguem-se edifícios estilizados, pintados em tons de terra com pequenas janelas, que integram cabeças de escovas de dentes reais e coloridas coladas no topo. No centro da composição, destaca-se uma escova de dentes inteira, amarela e vertical, atuando como a torre principal ou ponte, com um círculo vermelho e preto desenhado imediatamente acima das suas cerdas.
Pintura abstrata em formato panorâmico horizontal. A base da composição é uma faixa luminosa e texturada em tons de amarelo e laranja-ocre. Acima desta 'paisagem', o fundo transita entre manchas vibrantes de verde-esmeralda, azul, vermelho e roxo. Ao centro, uma série de pinceladas pretas arqueadas caem em cascata, assemelhando-se a silhuetas de ramos soltos ao vento. À esquerda, destaca-se um bloco escuro e denso sobre o fundo claro. À direita, sobre uma área rasgada em vermelho e castanho-fogo, flutua um símbolo esquemático desenhado a branco, composto por linhas horizontais e curvas. Toda a superfície apresenta uma textura espessa, riscada e expressiva.
Pintura abstrata 'Ritual Cósmico' sobre fundo azul profundo. Formas geométricas radiantes em roxo, amarelo e laranja, que lembram satélites ou células, flutuam conectadas por linhas finas verdes e brancas. Um arco tracejado branco cruza a parte superior.
Assemblagem horizontal de técnica mista e colagem, apresentada dentro de uma estrutura de madeira rústica que lembra o suporte de uma espreguiçadeira. Sobre um fundo escuro e denso, com tons de azul e bordeaux, destaca-se ao centro um recorte fotográfico de um corpo feminino deitado, em tons amarelados, cujo decote e torso são atravessados por intervenções de tinta vermelha vibrante e formas esquemáticas. À esquerda, um recorte de um rosto masculino de perfil observa a cena, emoldurado por manchas de amarelo limão. À direita, a composição é preenchida por padrões repetitivos de formas cinzentas e pontos vermelhos, criando uma narrativa visual fragmentada e inusitada.
Pintura vertical 'Epifania' sobre fundo verde-água pálido. Ao centro, uma massa densa e rugosa em tons de âmbar e castanho assemelha-se a uma casa orgânica com janelas retangulares verde-azuladas. Linhas sinuosas azuis e manchas brancas irradiam desta forma, sob um pequeno círculo vermelho no topo.
Pintura quadrada de técnica mista e colagem, sobre um fundo laranja-avermelhado texturado que evoca a cor do devir. No centro, uma grande forma orgânica verde-alface domina a composição, sugerindo um núcleo vital ou um jardim interior. Ao longo do eixo vertical desta forma, estão alinhados pequenos retângulos de papel colados em preto e branco, dispostos como teclas ou vértebras que marcam o ritmo do eterno retorno. Ao redor deste eixo, manchas vibrantes de rosa, roxo e amarelo misturam-se numa textura floral e caótica. Espirais desenhadas em tons de terra e branco pontuam as extremidades da forma verde, simbolizando o movimento cíclico e a repetição infinita da vida.
Pintura de técnica mista e colagem vertical expressionista, representando uma figura feminina de estilo ingénuo, evocando Frida Kahlo. A figura está fragmentada, com o corpo rachado e a coluna vertebral exposta, revelando estruturas internas em tons de vermelho sangue, amarelo e turquesa. A cabeça, com cabelo escuro e tranças com flores, fita o espectador. A figura está sobre uma cama de metal texturada com colagens de tecidos estampados com flores e caveiras. O fundo é texturado em amarelo incandescente e castanho terroso, com marcas esquemáticas pretas, uma moldura vazia com espelho e uma mão/antena com um laço vermelho.
Pintura abstrata '[A Espiral]' em fundo texturado cor de ferrugem. Ao centro, uma mancha verde-escura serve de base a quatro grandes espirais vermelhas e amarelas envoltas em círculos, conectadas por traços brancos.
Pintura abstrata com formas orgânicas num tom rosa-salmão, delimitadas por linhas vibrantes a vermelho e amarelo sobre um fundo cinzento escuro e texturado.
Pintura vertical 'O Silêncio que Sussurra em Linhas'. Fundo etéreo em tons de azul e roxo com traços verticais verdes que sobem como vegetação. Na base rosa e castanha, marcas brancas semelhantes a grelhas ou escrita sobrepõem-se, atravessadas por uma linha amarela sinuosa que sobe verticalmente.
Pintura abstrata com fundo verde vibrante, sobreposto por uma grande forma central avermelhada e uma rede densa de linhas geométricas brancas, douradas e azuis.
Pintura vertical de técnica mista abstrata, sobre fundo texturado cinza terroso com marcas esquemáticas pretas e brancas e pontos dourados. Uma coluna central totémica e fragmentada é composta por blocos sobrepostos em carmesim incandescente, castanho-terra e turquesa. Linhas vermelhas horizontais e verticais ásperas 'derramam-se' pela composição. Fortes linhas negras cortantes e irregulares moldam a forma superior, evocando veias cortadas e espasmos, terminando numa estrutura de antena com duas formas escuras no topo.
Pintura de técnica mista 'Conatus' (35x27cm). A metade superior tem uma textura rugosa e espessa em tons de bege e branco; a metade inferior é azul-turquesa vibrante. Uma rede metálica verde cobre toda a superfície texturada.
Pintura horizontal de técnica mista, que representa uma explosão de energia e caos. No centro, um núcleo alaranjado vibrante assemelha-se a uma estrela ou embrião, do qual partem linhas negras profundas e irregulares que atravessam a tela como fendas ou ruturas. Ao redor do centro, blocos de cor intensa em tons de azul, amarelo, rosa e castanho chocam-se e fundem-se, pontuados por salpicos brancos que sugerem pó estelar. A obra captura o esforço do cosmos por existir através de um desequilíbrio dinâmico, onde a criação e a destruição coexistem numa agitação primordial.
Pintura quadrada abstrata ''. Sobre um fundo azul escuro profundo e texturado, flutuam formas orgânicas e celulares em azul-claro, cada uma contendo pequenos círculos no seu interior que lembram núcleos. Estas formas centrais são contornadas por um halo castanho-dourado. Ao redor destes aglomerados, espalham-se manchas intensas de vermelho vibrante e pequenos salpicos brancos, criando a ilusão de um cosmos ou oceano primordial em efervescência.
Pintura abstrata vertical sobre um fundo escuro e texturado em tons de verde profundo e bordeaux. Ao centro, destaca-se um aglomerado denso de formas orgânicas circulares em tons de pêssego, laranja, azul e verde, que se assemelham a células agrupadas. A partir destas formas, espalhadas pelas bordas, ramificam-se finas linhas brancas que lembram raízes ou nervuras. No terço superior, flutua um traço horizontal esquemático amarelo com um pequeno círculo escuro.
Pintura abstrata quadrada exibida num cavalete ao ar livre. A superfície é intensamente texturada e áspera, com espessas camadas de tinta em relevo. As bordas são dominadas por tons de vermelho terroso, que transitam para ondas de laranja e um amarelo vibrante no interior, salpicadas por manchas de azul e verde-azulado. No exato centro da composição, destaca-se uma massa negra e densa entrelaçada com toques de branco, funcionando como um núcleo do qual as restantes cores parecem explodir e rodopiar de forma caótica e orgânica.
Pintura abstrata vertical sobre um fundo turquesa texturado. Uma forma ramificada, que evoca um corpo ou território, é delineada a preto. O tronco central é azul-índigo com pontos azuis. No topo, há um formato de cérebro laranja e uma espiral azul. Numerosas setas vermelhas e verdes apontam para dentro e para fora, e raízes estendem-se para a base.
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo azul-petróleo profundo e texturado. No centro, uma massa vertical e luminosa em tons de amarelo ocre, rosa pálido e salpicos brancos sugere uma presença totémica. Um pequeno círculo negro e denso, posicionado no topo como um 'olho' arquétipo, ancora a composição. No eixo central desta forma, uma linha vertical de manchas vermelho-vibrante desce como uma coluna de energia ou sangue. A superfície é marcada por sobreposições de camadas, transparências e respingos de cor que evocam o espírito em movimento.
Pintura de técnica mista 'Instante Improvisado'. Sobre um fundo abstrato roxo e azul com garatujas ciano e amarelas, três varas oxidadas estão coladas à tela. À direita, flutuam uma esfera laranja e um círculo vermelho e branco com símbolos gráficos.
Pintura vertical com fundo azul texturado e pontilhado, apresentando uma forma central amarela orgânica que se assemelha a uma figura em movimento ou um ideograma.
Pintura abstrata sobre um fundo texturado ocre escuro. A composição é um aglomerado esquemático e caótico de blocos retangulares e angulosos em castanho escuro e rosa choque berrante. Estes blocos são interligados e sobrepostos por um circuito de linhas laranjas, brancas e verdes. No meio desta estrutura em forma de 'fratura', destacam-se três círculos contendo pontos verdes ou laranjas, semelhantes a nós ou núcleos de energia.
Pintura vertical 'A Arquitetura do Movimento' sobre fundo azul vibrante. Ao centro, uma torre inclinada com padrão xadrez preto e branco é atravessada por uma linha azul ondulada. À esquerda e à direita, formas geométricas brancas com contornos laranja lembram plantas arquitetónicas ou circuitos, unidas em baixo por uma espiral dourada.
Pintura abstrata 'Entre o Caos e a Geometria do Espírito'. Sobre um fundo escuro coberto por uma rede irregular de linhas brancas e manchas azul-turquesa, uma linha vermelha vibrante corta a composição na diagonal como um raio.
Pintura horizontal abstrata '[A Toalha]'. Sobre uma superfície predominantemente branca, gasta e intensamente texturada, espalham-se manchas orgânicas de cor: amarelo no topo esquerdo, vermelho ao centro e toques de azul e verde. A composição assemelha-se a uma toalha com os restos e vestígios coloridos de uma refeição.
Pintura abstrata vertical '[Selfie]' com moldura preta, sobre fundo de tela bege. A composição central exibe espessas manchas de tinta em alto-relevo nas cores amarelo solar, vermelho sangue, rosa, preto abissal e escorridos brancos. Uma linha verde reta e texturada atravessa verticalmente o centro da obra, enquanto uma linha sinuosa castanha contorna a massa de cores pelo lado direito.
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo intensamente vibrante em tons de laranja e ocre, que evoca uma luz interior quente. A composição é dominada por linhas pretas e castanhas que se ramificam como tendões ou raízes a partir de um eixo central, terminando em formas que sugerem mãos em garra ou símbolos rítmicos. Espirais expressivas e círculos que lembram olhos ou células em movimento pontuam a tela, acompanhados por pequenos traços verdes e rosados. A obra não é uma forma fixa, mas um registo do ritmo vital, onde cada linha e curva traduz uma energia pulsante que convida à dança e à percepção do corpo como um fluxo contínuo de vida.
Pintura de técnica mista 'Superfície como Memória' sobre fundo amarelo ocre. À esquerda, uma coluna vertical de adesivos ovais brancos com texto repetido. No centro, uma colagem de retângulos azul-claros com o número '5!!' a preto. No canto superior direito, um bloco preto é atravessado por pinceladas horizontais azuis.
Pintura vertical 'O Acaso como Razão de Ser'. Uma moldura pintada em tom terracota envolve uma composição central sobre fundo claro. O núcleo é uma forma orgânica e rugosa, semelhante a um mapa colorido em vermelho, azul, amarelo e verde, recortado por linhas pretas sinuosas que lembram veias.
Uma pintura vertical expressionista de técnica mista, '', sobre um fundo vermelho intenso e texturado com pinceladas gestuais. No centro, ergue-se uma figura totémica e fragmentada preenchida com laranja vibrante. No topo da figura, dois grandes círculos concêntricos pretos e brancos, desalinhados e evocando olhos fixos, funcionam como portais e abismos. O corpo da figura é rugoso, atravessado por marcas pretas e brancas, e tem uma fenda vermelha no peito. No canto superior direito, um pequeno pássaro preto flutua sobre manchas azuis e verdes. A obra, com a sua intensidade cromática e olhos gritantes, invoca o ato de olhar como um gesto de entrega e oração visual.
Pintura de técnica mista '[Viagem Interior]', sobre fundo noturno em tons de azul profundo e negro. No centro, uma forma estilizada amarela assemelha-se a um barco, adornada com três círculos contendo cruzes (lembrando bússolas ou estrelas). Do barco erguem-se finas linhas verticais, com dois olhos/sóis dourados flutuando no topo. A base do barco assenta numa proeminente espiral verde, de onde brotam linhas onduladas e serpenteantes em laranja, azul e branco que evocam ondas.
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo verde-azulado quase líquido, com lavagens translúcidas que evocam uma matriz do silêncio. Sobre esta base, sobrepõe-se uma grande mancha vertical de vermelho intenso e matérico, que desce pelo centro da tela como um rasto de sangue ou um fio de vida. A mancha vermelha apresenta texturas variadas e escorridos que interagem com o fundo. Pequenas gotas e pontos vermelhos dispersos flutuam ao redor da forma central, criando um campo de energia que se expande. A obra encarna a cor como presença viva e força vibrante, que habita e sangra sobre a superfície, convidando à experiência sensorial da sua energia e vulnerabilidade.
Pintura vertical de técnica mista '', sobre um fundo amarelo-dourado texturado. A composição assemelha-se a um diagrama onírico ou circuito biológico, com um eixo central azul e laranja de onde ramificam estruturas esquemáticas em verde, branco e castanho. Dezenas de pequenas formas circulares coloridas (rosa, azul, ocre), semelhantes a células ou notas musicais, povoam a tela, interligadas por linhas finas e irregulares. À esquerda, destaca-se uma forma orgânica cinzenta com um núcleo verde vibrante que evoca um olho. A obra captura o movimento pré-verbal da intuição através de uma rede densa de símbolos, ritmos e impulsos cromáticos.
Pintura horizontal de técnica mista, sobre um fundo negro profundo e densamente texturado, emoldurado por uma orla verde-oliva. A composição é um aglomerado esquemático de linhas brancas que sugerem estruturas precárias ou habitações em ruínas. À esquerda, destaca-se uma coluna de manchas vermelho-sangue em alto-relevo, enquanto no canto superior esquerdo flutuam três círculos amarelos como sóis distantes. No centro, pequenas formas sugerem figuras humanas estilizadas e elementos simbólicos em amarelo e turquesa. À direita, uma pequena silhueta antropomórfica castanha com um núcleo verde parece observar o caos. A obra funciona como uma proclamação visual de resistência, onde a desordem das formas e a crueza da textura manifestam a urgência de um corpo que exige ser visto e reconhecido.
Pintura de técnica mista 'O Ser como Fratura Luminosa'. A obra divide-se entre um topo azul profundo e uma base vermelho terracota. No horizonte central, alinham-se blocos geométricos coloridos (amarelo, verde, branco, vermelho). Abaixo deles, uma fenda irregular revela texturas escuras e rochosas, criando uma fratura na superfície vermelha.
Pintura vertical abstrata de técnica mista, ''. Numa superfície de fundo rosa-terroso e ocre desgastado que transita para um dourado metálico texturado e degradado nas bordas, a composição central é um intrincado circuito de linhas pretas que se entrelaçam. Vários 'olhos' estilizados flutuam na rede, desenhados com contornos pretos e interiores brancos ou coloridos. As linhas formam estruturas glíficas que sugerem traços de circuito, uma mão e escadas simbólicas, com pequenas manchas de laranja vivo dispersas. A textura é gestual e expressiva sobre o material.
Pintura abstrata '[Território do Espírito]' sobre um fundo azul profundo. Ao centro, uma espessa estrutura vertical vermelha e branca assemelha-se a uma coluna vertebral. A partir dela, ramificam-se linhas horizontais e esquemáticas que terminam em ovais prateadas e azuis, semelhantes a olhos. Uma espiral amarela e vários símbolos geométricos completam o aspeto de um diagrama ou circuito.
Pintura abstrata horizontal sobre um fundo texturado verde-água. No centro, flutua uma figura estilizada semelhante a um peixe, com a parte frontal roxa e um detalhe em crescente turquesa. O corpo principal é preenchido por riscas verticais vibrantes em verde, vermelho, amarelo e azul, com extensões pontiagudas na parte traseira e no topo. Acima, à direita, flutua uma forma roxa mais pequena com riscas verticais, encimada por um arco e um pequeno círculo vermelho que lembram um olho estilizado.
Pintura vertical de técnica mista '', sobre um fundo dividido horizontalmente em tons de amarelo-dourado no topo e ocre-rosado na base. No terço superior, uma linha de contorno preta e branca desenha uma silhueta angular que evoca o perfil de uma montanha, de onde brotam linhas curvas e coloridas sugerindo ondas e luz radiante em turquesa e amarelo. Um pequeno círculo vermelho, semelhante a um sol, flutua no topo. Na metade inferior, destacam-se marcas gestuais em verde que lembram uma estrutura glífica ou vegetal simplificada, acompanhadas por traços brancos e castanhos na base, capturando a essência efémera de um momento através de formas puras e simbólicas.
Pintura abstrata '[Cosmogonia]'. Um fundo azul escuro contrasta com uma base amarela texturada, riscada por linhas horizontais pretas e um círculo vermelho ao centro. Duas colunas verticais, formadas por blocos coloridos com símbolos empilhados, erguem-se da base, terminando em grandes aros concêntricos no topo.
Pintura abstrata 'A Imanência do Instante' sobre fundo verde escuro. A composição inclui um círculo radiante com espigões no canto superior esquerdo, espirais roxas e laranjas no centro e uma barra diagonal listrada. Na base, formas verticais castanhas erguem-se sob linhas brancas finas que conectam pontos como constelações.
Colagem vertical '[Revelação Imanente]' em tons de castanho-terra e vermelho texturado. No topo central, um recorte de um tronco humano sem cabeça veste uma camisa azul com os braços abertos. Uma fenda vertical espessa e dourada corta a figura e desce até à base. Recortes fotográficos de rostos masculinos e femininos a preto e branco flutuam isolados ou em pequenos grupos pelas margens da tela.
Díptico de pinturas verticais abstratas intitulado 'Espelho'. Ambas as telas partilham um fundo laranja vibrante e saturado que evoca uma luz interior intensa. Na tela da esquerda, uma grelha densa de finas linhas verticais e horizontais em tons de amarelo e vermelho cria uma textura vibratória, sobre a qual flutuam manchas orgânicas e translúcidas de branco, lilás, verde e preto. Na tela da direita, o fundo laranja é mais matérico e menos linear; a composição central é um aglomerado de pinceladas expressivas e respingos de cores variadas (branco, verde-limão, rosa, preto e violeta) que parecem emergir de um núcleo central, sugerindo uma silhueta energética ou um reflexo dinâmico em constante movimento.
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo amarelo-alaranjado texturado e luminoso que evoca a luz do devir. A composição é atravessada verticalmente por uma linha negra fina e vibrante, que não delimita contornos, mas sugere um passo ou trajeto em movimento. À esquerda, uma figura antropomórfica esquemática, construída com ângulos geométricos em tons de verde-musgo e castanho, parece caminhar ou carregar uma estrutura. Ao redor desta presença, flutuam formas dispersas — círculos, triângulos e linhas finas interligadas por pontos — que funcionam como estações de um percurso intelectual. A obra manifesta o próprio ato de pensar como um itinerário vivo, onde o universo é construído passo a passo através do gesto e do movimento.
Pintura abstrata 'Do Entre' dividida em quatro quadrantes (rosa, terracota, amarelo e verde) por uma cruz vermelha que lembra uma costura. Formas orgânicas azuis e roxas fluem através das divisões, conectadas por linhas finas e pequenos círculos empilhados.
Pintura horizontal de técnica mista '', emoldurada em madeira clara. A composição é um mapa denso e intrincado de linhas pretas grossas que delimitam formas orgânicas e geométricas sobre um fundo texturado em tons de rosa terroso, castanho e ocre, com blocos contrastantes de preto e verde. No centro inferior, destaca-se um círculo branco com núcleo amarelo vibrante e símbolos pretos no seu interior. Duas linhas finas verticais brancas/prateadas atravessam a tela desde o círculo até à parte superior. A margem direita contém números esbatidos (7, 5, 3).
Pintura vertical de técnica mista, sobre um fundo negro profundo que sugere uma matriz do invisível. A composição assenta sobre uma base verde texturada de onde emergem duas estruturas lineares brancas e finas que se elevam como caminhos de consciência. À esquerda, uma forma totémica com um núcleo vermelho vibrante ramifica-se em múltiplas linhas curvas, assemelhando-se a terminações nervosas ou centros de energia. À direita, uma silhueta espectral em tons de ocre e cinzento é encimada por um círculo de luz difusa e pálida. Pequenos pontos luminosos amarelos e brancos flutuam no topo, conectando as formas através de arcos invisíveis. A obra funciona como um mapeamento espiritual, onde a linha não delimita contornos, mas regista o fluxo e a tensão do ser em constante devir.
Pintura vertical de técnica mista e colagem sobre tela, em tons pálidos e etéreos. O fundo é atravessado por lavagens translúcidas de verde-água, azul e lilás, que evocam uma atmosfera de sonho ou névoa. Sobre esta base, sobrepõem-se manchas de cor mais densas e recortes de papel que sugerem estratos de informação e tempo. Na base, uma mancha horizontal de vermelho terroso e alaranjado ancora a composição, assemelhando-se a uma ferida aberta ou a um rastro de calor residual. As formas são intencionalmente desfocadas e os contornos dissolvem-se uns nos outros, criando uma imagem que não se deixa fixar, mas que se manifesta como uma sedimentação de memórias e vivências transformadas em textura visual.
Pintura horizontal de técnica mista, realizada com lavagens suaves e fluídas de aguarela ou tinta diluída. A superfície apresenta uma gradação cromática que transita de um laranja-pêssego luminoso no topo para um rosa-avermelhado denso e profundo na base, sugerindo uma matriz líquida ou um amanhecer primordial. No centro da borda superior, destaca-se um rasgão físico no suporte que revela a textura do cartão canelado subjacente, acompanhado por um pequeno elemento branco em relevo. Esta intervenção tátil simboliza o gesto inaugural e o romper da luz, transformando a mancha de cor num estado contínuo de vir-a-ser e emergência do ser.
Pintura vertical de técnica mista abstrata '' sobre fundo texturado. Ao centro, ergue-se uma figura única e velada por uma densa malha preta. O topo sugere uma cabeça escura num halo de pontos dourados e amarelos. O corpo ramificado, com blocos em azul-turquesa, vermelho e castanho, é coberto pela rede, com finas linhas brancas e escuras a cair verticalmente sobre a forma.
Pintura abstrata vertical de técnica mista. A tela é dominada por um fundo negro espesso e texturado, rasgado por manchas de azul-ciano vibrante e toques de vermelho nas bordas. No centro, sobressai uma área branca luminosa que destaca um aglomerado de formas orgânicas e celulares em dourado metálico. Fixados à superfície da tela, logo abaixo deste núcleo dourado, encontram-se caules e restos físicos de flores secas tridimensionais, que repousam como uma oferenda sobre a escuridão.